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HORMÔNIO DO SONO PODE SER FATOR DE PROTEÇÃO CONTRA O CÂNCER

No dia 27 de novembro foi comemorado o Dia Nacional de Combate ao Câncer. A data, tem por objetivo conscientizar as pessoas quanto à importância da adoção de hábitos saudáveis, com foco na prevenção desta doença, que é uma das que ainda mais mata no mundo. Dentre os fatores de prevenção, uma boa noite de sono desempenha papel fundamental, já que evidências revelam que há uma ligação sobre os efeitos positivos da melatonina contra diversos tipos de tumores, especialmente o de mama e o de próstata.

Neste sentido, pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) resolveram testar a eficiência dessa substância para a obtenção da cura do câncer de mama. Os experimentos mostraram que a melatonina foi capaz de reduzir pela metade, em média, o crescimento do tumor em camundongos.

Segundo Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex – empresa referência em tecnologia do sono e fabricação de travesseiros – a melatonina é um hormônio que participa da regulação do ciclo do sono e vigília em todos os mamíferos, sendo produzido principal e naturalmente pela glândula pineal, localizada no cérebro, quando anoitece.  O cérebro identifica a variação da luminosidade e prepara o organismo para o dormir. Além de facilitar do sono, a Melatonina também está envolvida no crescimento e na função imune, podendo diminuir com a idade. “Indivíduos com menor tempo de sono noturno experimentam uma supressão da secreção da melatonina, que possui propriedades antioxidantes e anticarcinogêneses”, explica.

Ainda de acordo com a especialista, enquanto dormimos, o organismo realiza a troca e regeneração celulares, essenciais para o bom funcionamento do organismo. “Quem dorme pouco antecipa o fenômeno do envelhecimento celular. Ou seja, as células de quem não repousa adequadamente à noite perdem sua eficiência rapidamente, abrindo caminho para mutações que podem predispor ao aparecimento de inúmeras doenças, entre elas os tumores malignos”.

Embora a necessidade das horas de sono seja uma característica individual, a média da população adulta necessita de sete a oito horas de sono diárias para que haja um reparo das funções do organismo, já que dormir não é apenas uma necessidade de descanso físico e mental. “Durante o sono ocorrem vários processos metabólicos que, se alterados,  podem afetar o equilíbrio de todo o organismo a curto, médio ou em longo prazo”, alerta a consultora.

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