X
Se você é lojista
Entre em contato com os nossos canais de venda
0800 14 5737
Se você é consumidor final
Entre em contato com nosso SAC para indicações
0800 707 3703
*Compras efetuadas em sites de terceiros
não são de nossa responsabilidade

A estação mais florida do ano chegou: a Primavera. O período, marcado por orquídeas, violetas e jasmins, traz também dias ensolarados, mais longos e temperaturas mais elevadas. Apesar de todo o colorido da estação, é comum, no entanto, que casos de crises alérgicas sejam intensificados, afinal, as partículas de poeira e o pólen que soltam das flores transitam com mais facilidade pelo ar, causando problemas nasais e, consequentemente, noites mal dormidas.

Segundo a consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, essas alergias, conhecidas como sazonais ou primaveris, são causadoras de asma, rinite alérgica, conjuntivite e demais problemas respiratórios. “A alergia é uma reação exagerada do organismo diante do contato com agressores ambientais, como por exemplo, o pólen, ácaros, fungos e bactérias”, explica a especialista.

Neste sentido, os cuidados com a conservação do travesseiro são essenciais para o combate a esses parasitas, pois, ainda que o produto apresente uma aparência perfeita, pode conter em seu interior milhares de ácaros, por exemplo. “Estes microorganismos são os principais agentes de substâncias causadoras de alergias em uma casa, se proliferando em camas, colchões e travesseiros, cujo grau de umidade e presença de materiais orgânicos são favoráveis para a sua reprodução. São poluentes biológicos e agridem muito mais as pessoas alérgicas, colaborando para um sono de má qualidade e possíveis problemas de saúde como conjuntivite, eczema, sensação de peito fechado à noite, espirros, coceira nas mãos ou face, corrimento ou bloqueio e, até mesmo, asma”, ressalta.

Renata explica que os travesseiros possuem prazo de validade, sendo recomendada a troca a cada dois. “Pode não parecer, mas os travesseiros são uns dos ‘esconderijos’ prediletos de microorganismos, que se alimentam das secreções que eliminamos durante o sono. Com seis meses de uso, um travesseiro já contém cerca de 300 mil ácaros e, após anos, até 25% do seu peso é formado por ácaros vivos, mortos e suas fezes”, alerta a consultora.

Para que estes parasitas não estraguem a época das flores, Renata recomenda algumas medidas de conservação com o travesseiro e que podem colaborar para um sono revigorante:

• Dê preferência aos travesseiros com proteção antimicrobiana. Com o uso, o travesseiro acumula grande quantidade de umidade, gordura, pele descamada, suor, secreções da cabeça, além de perfumes, tinturas e cosméticos. Todo esse material orgânico se encontra em ambiente ideal de proliferação biológica;

•  Apesar de existirem travesseiros que são laváveis, fique atento à secagem completa. A lavagem elimina uma parte dos microorganismos, rompendo o equilíbrio biológico. Se for incompleta e se o interior do travesseiro permanecer úmido, os sobreviventes se multiplicarão descontroladamente;

•  Não se deite sobre o travesseiro com os cabelos úmidos ou molhados, para que essa umidade não seja transferida para ele, tornando-o um ambiente ainda mais propício à proliferação de ácaros, fungos e bactérias;

•  Não exponha seu travesseiro ao sol, pois o aquecimento em seu interior eleva a temperatura e causa o aumento acentuado da proliferação de ácaros, fungos e bactérias, além de acelerar a pulverização das fezes e cadáveres de ácaros, elementos altamente alergênicos;

•  Mantenha seu travesseiro arejado e ventilado e com a proteção de uma fronha, sob luz indireta. Esta medida irá aumentar a saúde e a durabilidade do produto. Não o guarde dentro de armários e evite deixá-los nas camas sob colchas ou cobre-leitos;

•  É importante destacar que, além destes cuidados, existem no mercado travesseiros com tratamento antiácaros. A fabricação da espuma antiácaro é permanente e segura, ao contrário de borrifações e saches, métodos temporários e arriscados.

Compartilhe
© Duoflex 2018 - Todos os direitos reservados