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Muitos fumantes alegam que o que os levam a acender um cigarro é necessidade de relaxar, afinal, acreditam que o fumo pode amenizar o estresse e as angústias do dia a dia. Mas até que ponto isso é verdade? Será que esse efeito é real ou apenas uma falsa sensação de relaxamento? E quanto ao sono? Será que também fica comprometido?

Segundo a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, a principal responsável pela falta de sono nos fumantes é a nicotina. “Essa substância atua como estimulante, fazendo com que seu consumo em horário muito próximo ao momento de dormir, cause inquietude. Além disso, estudos já comprovaram que os fumantes demoram muito mais para adormecer, dormem menos e seu sono ainda é menos profundo. Sendo assim, possuem uma dificuldade imensa para descansar, pois o momento de dormir se torna repleto de barreiras impostas pelo cigarro e pela nicotina”, explica.

Ao contrário do que se imagina, os usuários de cigarro não se sentem relaxados e não conseguem alcançar o estágio mais profundo do sono, uma vez que a fase mais leve é constantemente interrompida devido aos efeitos da nicotina. “Essa substância causa no organismo um resultado parecido com o álcool, podendo ocasionar problemas como ronco, apneia e insônia crônica. Por isso, deve ser evitada por quem deseja um sono reparador e de qualidade”, explica Renata.

A consultora ressalta ainda que as noites mal dormidas podem causar inúmeros problemas à saúde. Entre os mais perigosos estão as doenças do coração e o diabetes, que podem ser adquiridas ao longo do tempo. “A privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, uma vez que, é durante o descanso que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no funcionamento de nosso organismo, como por exemplo, o hormônio do crescimento (GH), a serotonina, a melatonina e o cortisol”, alerta.

Os tratamentos contra o tabagismo envolvem, além do combate químico contra a nicotina, componentes psicológicos e de condicionamento. Por conta disso, é essencial haver uma mudança de hábito, além do entendimento de que a abstinência provoca reações como irritabilidade, ansiedade, sonolência, inquietação e bradicardia, para assim aprender a lidar com os sintomas. “A adoção de práticas saudáveis como atividades físicas regulares, alimentação balanceada, rotina regular do sono, postura correta ao dormir, uso de travesseiros adequados ao gosto pessoal e ao biotipo, entre outras, são fundamentais neste processo. Deixar o cigarro pode ser uma tarefa difícil, mas os benefícios que esta medida traz são muito vantajosos”, ressalta a especialista.

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