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Não há como negar que a tecnologia invadiu o mundo e transformou o ambiente de trabalho, o lazer, as relações pessoais e, até mesmo, o quarto onde dormimos. Apesar de ser um local de descanso, já faz parte da rotina de milhares de indivíduos passarem horas na cama assistindo televisão, checando mensagens de texto no celular, acessando redes sociais em um tablet ou jogando vídeo game. Mas, e o sono? Está já comprovado que os equipamentos tecnológicos comprometem o sono e o descanso necessário que o corpo e a mente precisam.

Segundo recente estudo do Centro de Pesquisa em Iluminação (LRC), no Rensselaer Polytechnic Institute, em Nova York, a exposição de duas horas em frente a dispositivos eletrônicos provoca a supressão da melatonina em cerca de 23%, podendo atrasar a hora de dormir, principalmente, em adolescentes. Isto acontece devido a exposição à luz, sobretudo, a de curto comprimento de onda, que pode retardar ou mesmo interromper a produção noturna deste hormônio, produzido durante a noite e em condições de escuridão.

De acordo com a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, ainda que, nos dias atuais, seja indispensável trabalhar e se comunicar por meios eletrônicos, é importante que o indivíduo tenha disciplina quanto a utilização destes dispositivos, a fim de que o descanso noturno não seja comprometido. “Manter o quarto escuro e silencioso, fazer refeições leves antes de dormir, realizar atividades físicas regulares, manter a postura correta, com ajuda de travesseiros adequados ao seu gosto e biótipo e, claro, evitar o uso de aparelhos eletrônicos, pelo menos, algumas horas antes de dormir, colaboram para que o corpo comece a se preparar para o sono e que o descanso seja realmente reparador”, explica.

A especialista ressalta ainda quanto à importância de um sono de qualidade, que precisa passar por todas as fases necessárias para que o corpo recupere as energias do dia. “Para que isso ocorra, é necessário que todas as fases do sono sejam vividas completamente, desde o estágio mais leve, quando a melatonina é produzida, até as fases mais profundas”. Em contrapartida, as noites mal dormidas podem trazer diversas consequências ao indivíduo. Em curto prazo, por exemplo, causa cansaço, sonolência durante o dia, alterações repentinas de humor, perda da memória de fatos recentes, comprometimento da criatividade e dificuldade de concentração. Já em longo prazo, pode comprometer o sistema imunológico e abrir as portas para o desenvolvimento do temido diabetes e de doenças cardiovasculares ou gastrointestinais, além de gerar a perda crônica da memória.

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